Close the door. Don't touch that! Como em português, o imperativo em inglês não tem sujeito. E tem uma forma só para todo mundo.
O que você vai aprender
Uma frase no imperativo dá uma ordem ou uma instrução diretamente para a pessoa com quem você está falando. Ela não tem o sujeito “you”: começa direto com a forma base do verbo.
Boa notícia: é igual ao português. Você diz “Fecha a porta”, e não “Você fecha a porta”. E o inglês é ainda mais simples: em vez de escolher entre “fecha”, “feche” ou “fechem”, existe uma forma só, “Close the door”, para um amigo, para um grupo ou para a sua chefe. “Cuidado! / Tome cuidado!” vira “Be careful!”.
Em português, basta colocar “não” antes do verbo: “Não toque nisso”, “Não mexe aí”. Em inglês, a posição é a mesma (antes do verbo), mas o “não” do imperativo é Don't, e não No ou Not sozinhos: “Don't touch that!”, nunca “No touch that!” nem “Not touch that!”. Funciona com todos os verbos, inclusive be: “Don't be late.” (“Não se atrase”), e nunca Doesn't: o imperativo negativo é sempre Don't.
Atenção também às placas e aos manuais. Em português, é comum usar infinitivo ou “proibido”: “Não fumar”, “Proibido tocar”, “Virar à esquerda”. Em inglês, usa-se o imperativo: “Do not touch.”, “Do not smoke.”, “Turn left.” Do not é a forma completa, mais formal, comum na escrita. (Nas placas também aparece No + substantivo ou forma com -ing: “No smoking”, “No entry”, mas não “No smoke” nem “No touch”.)
Uma ordem seca pode soar brusca em inglês, principalmente com desconhecidos ou no trabalho, mesmo que “Senta aí” soe normal no Brasil. Acrescente “please” no começo ou no fim, como “por favor”. Ainda assim, é uma forma bem direta de pedir alguma coisa.
Como o inglês não tem “o senhor / a senhora” nem diminutivos para suavizar, quem faz esse trabalho é please (ou uma pergunta como “Could you…?”).
Decalque de “Não toque nisso!”. O “não” do imperativo é Don't, não No: Don't + forma base.
Not sozinho não basta: o imperativo negativo precisa de Don't (ou Do not).
Como em português, o imperativo não tem sujeito. Com “you” na frente, a frase soa como uma afirmação, não como uma ordem.
Com be também se usa Don't. “Não se atrase” = Don't be late. “Be not” não se usa no inglês moderno.
“Não tenha medo” em inglês se diz com be: Don't be afraid. Do mesmo jeito, “Toma cuidado!” → Be careful!, não Take care! (que é “se cuida”, uma despedida).
O imperativo sempre fala com “you”, então é Don't, nunca Doesn't. E sem -s: Sit down, não Sits down.
Em português, o imperativo não tem sujeito, mas muda de forma: “fecha” (no dia a dia), “feche” (mais formal), “fechem” (para várias pessoas), “vamos fechar” (nós)
Em inglês também não há sujeito, então você já tem o reflexo certo. E existe uma forma só, a forma base: “Close the door.” “Wait here.” Não se acrescenta pronome, nem para ser educado. Se você diz “You close the door”, soa como uma afirmação (“Você fecha a porta”), não como uma ordem. (Um “You wait here!” enfático existe na fala, mas soa bem seco.) Para “vamos…”, o inglês usa Let's: “Let's close the door.”
Em português, o negativo é só “não” antes do verbo: “Não toque nisso”, “Não se atrase”, “Não seja grosso”
Em inglês, a posição é igual, mas o “não” do imperativo é Don't + forma base: “Don't touch that!”, “Don't be late.” “No touch that!” e “Not touch that!” estão errados, e “Be not late” ou “Worry not” soam como texto antigo. Em placas, em vez de “Não entrar”, escreve-se Do not: “Do not enter.”
Muitos imperativos do português usam ter, tomar ou um verbo com “se”: “Não tenha medo”, “Toma cuidado!”, “Sente-se”, “Não se preocupe”
Em inglês, muitas vezes se usa be e nenhum pronome reflexivo: “Don't be afraid”, “Be careful” (ou “Watch out”), “Sit down”, “Don't worry about it”. “Don't have fear” não é natural; “Take care!” existe, mas é uma despedida (“Se cuida!”), não um aviso de perigo; e preocupar-se não é “preoccupy”: “Don't worry”.
💡 “Não toque nisso” → Don't touch that! O “não” do imperativo é Don't, nunca No ou Not sozinho.
💡 Uma forma só para todo mundo: sem “you”, sem -s, nunca Doesn't.
💡 “Não fumar” numa placa → Do not smoke ou No smoking, não No smoke.
💡 “Não tenha medo” → Don't be afraid; “Toma cuidado!” → Be careful!
"How do I get to the station?"
"Turn left at the corner, then go straight for two blocks."
"Don't take the first left — that's a dead end."
"Got it, thanks!"
Exercício 1 · Escolha a ordem correta
Choose the correct command.
Exercício 2 · Escolha a ordem correta
Choose the correct command.
Exercício 3 · Escolha a ordem negativa correta
Choose the correct negative command.
Exercício 4 · Escolha a ordem negativa correta
Choose the correct negative command.
Exercício 5 · Escolha a ordem correta
Choose the correct command.
Exercício 6 · Escolha a ordem negativa correta
Choose the correct negative command.
Exercício 7 · Escolha a ordem correta
Choose the correct command.
Exercício 8 · Escolha a ordem negativa correta
Choose the correct negative command.
Exercício 9 · Transforme em ordem
Make this a command: 'You should open the window.'
Exercício 10 · Transforme em ordem negativa
Make this a negative command: 'You should not run here.'
Exercício 11 · Classifique em grupos
0 / 6 classificadas
Exercício 12 · Erro típico: “não” traduzido como No
Portuguese: "Não mexa nisso!" ("não" simply goes before the verb). Which English command is correct?
Cinco perguntas rápidas para conferir o que você aprendeu.
Pergunta 1 / 5
Pontuação: 0/0
Choose the correct command.
Let's (propor algo para fazer juntos)
Let's é o “Vamos…” do inglês: serve para propor algo que inclui você. Veja a forma base depois de Let's, a negativa Let's not e as respostas curtas.
Dando instruções
Receita, caminho, manual: encadeie imperativos com first, then, next, after that e finally para dar instruções claras, passo a passo.
Pedidos educados (please e would you?)
Suavize uma ordem em inglês com please no lugar certo ou com uma perguntinha no final, como “would you?” ou “will you?”, o nosso “…, pode?”.
No, never, nobody e nothing
Nada, ninguém, nunca, nenhum: em inglês, uma negação só. “Eu não vi nada” vira “I saw nothing” ou “I didn't see anything”, nunca “I didn't see nothing”.